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SPILL

Participação no JazzValado em 21 de Fevereiro de 2003 - 6º Festival

 
 
Guitarra, Guitarra Sintetizada, Programações - André Fernandes
Fender Rhodes, Samples, Acordeão - Peter Rende
Fender Rhodes, MiniMoog, Teclados - João Gomes
Baixo Eléctrico - Yuri Daniel
Bateria, Bateria Electrónica - André Sousa Machado
 
“Sempre foi para mim uma evidência o facto de que a Música não é uma realidade que se preste às regras e processos limitativos, por vezes viciados, das opiniões e categorizações. Isto porque considero que a Música, como qualquer forma de Arte, é uma realidade primeiramente pessoal. Tanto o Artista como o apreciador da Arte, têm uma perspectiva própria e solitária da obra, que é tão única como cada um de nós, humanos.

Com isto não defendo a ignorância histórica, técnica e musical como digna de apreço e respeito (pelo contrário), mas sim a admissão da pluralidade de caminhos e personalidades, que deverá chegar ao ouvinte da forma também única que este permitir.

Eu como ouvinte sempre fui eclético por natureza, não fechando o meu universo a correntes estéticas menos familiares. Embora envolvido activamente com universo (vasto ) do Jazz, não pude deixar de perceber que no mundo da música de dança, naturalmente mais aberto à utilização de instrumentos electrónicos, se estava a esboçar uma mudança de sonoridade e conceito que tinha uma enorme afinidade rítmica com o tipo de música que habitualmente faço.

A este género foram dados vários nomes, que variam entre Drum´n´Bass, Jungle, TripHop, e outros.

À semelhança de outros músicos de Jazz e não só, comecei a explorar as possibilidades de integrar estes ritmos e sonoridades na minha música, e a aprender a usar e programar os “novos” instrumentos electrónicos. De seguida convidei os músicos que melhor se integravam neste espaço e surgiram os “SPILL”. ”


André Fernandes
 
 
 
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